sábado, 31 de março de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Conversa Amiga
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Teatro - Júlio de Matos

"Júlio de Matos" encenado por Joaquim Monchique, é uma peça de teatro que recomendo para experienciar a loucura de um homem em crise na sua vida, numa confusão mental,onde podemos perceber a bipolaridade e a esquizofrenia!
Em cena até Janeiro... Eu já vi e recomendo!
No Teatro Armando Cortez. Bilhetes entre 15 e 20 euros, de quarta a domingo.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Documentário - 6 Graus da Separação - Rede Social e a matemática das conexões
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
A Dangerous Method - Freud and Jung
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Cirurgia Maxilo-Facial no Hospital S. José (Lisboa)
Apesar deste post não estar relacionado com psicologia, acho extremamente importante deixar aqui a minha experiência pós-operatória para pessoas que irão passar pela mesma situação.
Pretendo deixar o meu testemunho para perceberem como irão as coisas proceder e ao mesmo tempo deixar a minha experiência positiva e contribuir para reduzir medos que possam existir.
Fui operada no dia 28 de Julho deste ano (2011), praticamente à 3 meses. Dei entrada no serviço de maxilo-facial no dia 27, quarta-feira, e saí no dia 30, sábado.
Sou acompanhada pelo cirurgião Dr. Sérgio Sousa desde 2009 que acompanhou o meu processo ortodôntico (que está a ser feito na clínica da face). Foi acompanhando o meu progresso até decidir que me encontrava em condições para a operação. Desde o momento que fui colocada na lista de espera, que era de 6 meses, demorou 4 meses até ser chamada.
Apesar de não conter imagens para colocar aqui, posso garantir que o meu caso era extremamente complicado, não por ter uma face muito desarmoniosa (porque não se notava quase nada) mas porque tinha os meus dentes extremamente tortos.
A equipa de enfermagem do serviço foi impecável comigo, do princípio ao fim.
A operação decorreu com sucesso, demorou cerca de 4 horas. O acordar é bastante sonolento e ficamos assim pelo menos até ao dia seguinte, por causa da anestesia.
Fiquei surpreendida com o que aconteceu a seguir, apesar de ser normal (segundo os enfermeiros), com as náuseas e o vómito de sangue, que resulta da ingestão de sangue durante a operação.
A cara ficou enorme, super inchada, mas nunca tive qualquer tipo de dores graças aos analgésicos e antibióticos que nos administram. Três coisas são mais chatas de ultrapassar: o calor na cara, a necessidade de por gelo na cara e a obrigatoriedade de dormir sentada para ajudar a desinchar. A zona dos lábios ficam também com cortes provocados pelo facto de ser uma operação efectuada toda no interior da boca. Rapidamente desaparecem porque é-nos fornecido um creme para trata-los e não deixam qualquer marca.
A partir daqui, passamos a ingerir líquidos frios, durante um mês.
Em casa, após a operação, adormecia com a ventoinha directa na cara, punha gelo e dormi sentada durante uma semana e depois dormi alguns dias com almofadas altas. A mim, fez-me alguma confusão projectar água directamente na cara durante o banho, e por isso, punha água com as mãos e ainda tinha o cuidado de fazê-lo com água fria para ajudar a desinchar.
A boca fica com uma amplitude muito reduzida de abertura, trincar é impossível, pois não temos força para o fazer e não vale a pena forçar. A alimentação é toda à base de líquidos e fria.
Sugiro que se alimentem com variedade, carne, legumes, peixe, iogurtes... é possível que sintam fraqueza. Eu sentia alguma fadiga e sonolência porque perdemos peso muito rapidamente e é uma mudança repentina no corpo.
Também temos algumas dificuldades em falar, um pouco imperceptíveis, e custa rir porque as bochechas acompanham o movimento, mas passa!
No interior da boca está tudo inchado e com pontos, portanto, a higiene oral torna-se difícil. Aconselho a bochechar a boca e a comprar uma escova pequena para ir lavando os dentes da frente, e só assim conseguirão "entrar" entre os dentes para lavar por dentro.
Tenho cuidado com as pancadas na cara... primeiro porque nos avisam da fragilidade da estrutura facial e depois porque vai doer... encostar a cara na almofada, na primeira semana, também vai custar um pouco, mas rapidamente encontram uma forma de se acomodarem.
Na cara e no pescoço vão aparecer nódoas negras, que vai desaparecendo, tal como o inchaço. Vão sentir estas partes dormentes...
É possível que a articulação doa um pouco quando fizerem os exercícios da boca. Estes exercícios são simples... abrir e fechar a boca para voltar a abrir como antes. Neste momento ainda não abro a boca na totalidade, mas está quase de volta ao normal.
Ao fim de 3 meses quase me esqueço que fui operada... não tenho dores, não tenho cicatrizes, as gengivas estão quase saradas na totalidade, a sensibilidade voltou, a mordedura é quase normal e o resultado final está à vista.
O que quero dizer por fim é que não vale a pena ter medo. A equipa é espectacular, atenciosos e profissionais. A minha dentista diz que está feito um óptimo trabalho e quando me vejo ao espelho vejo uma dentição corrigida. Portanto, segunda a minha experiência, estar nas mãos deste equipa é estar em boas mãos.
Pretendo deixar o meu testemunho para perceberem como irão as coisas proceder e ao mesmo tempo deixar a minha experiência positiva e contribuir para reduzir medos que possam existir.
Fui operada no dia 28 de Julho deste ano (2011), praticamente à 3 meses. Dei entrada no serviço de maxilo-facial no dia 27, quarta-feira, e saí no dia 30, sábado.
Sou acompanhada pelo cirurgião Dr. Sérgio Sousa desde 2009 que acompanhou o meu processo ortodôntico (que está a ser feito na clínica da face). Foi acompanhando o meu progresso até decidir que me encontrava em condições para a operação. Desde o momento que fui colocada na lista de espera, que era de 6 meses, demorou 4 meses até ser chamada.
Apesar de não conter imagens para colocar aqui, posso garantir que o meu caso era extremamente complicado, não por ter uma face muito desarmoniosa (porque não se notava quase nada) mas porque tinha os meus dentes extremamente tortos.
A equipa de enfermagem do serviço foi impecável comigo, do princípio ao fim.
A operação decorreu com sucesso, demorou cerca de 4 horas. O acordar é bastante sonolento e ficamos assim pelo menos até ao dia seguinte, por causa da anestesia.
Fiquei surpreendida com o que aconteceu a seguir, apesar de ser normal (segundo os enfermeiros), com as náuseas e o vómito de sangue, que resulta da ingestão de sangue durante a operação.
A cara ficou enorme, super inchada, mas nunca tive qualquer tipo de dores graças aos analgésicos e antibióticos que nos administram. Três coisas são mais chatas de ultrapassar: o calor na cara, a necessidade de por gelo na cara e a obrigatoriedade de dormir sentada para ajudar a desinchar. A zona dos lábios ficam também com cortes provocados pelo facto de ser uma operação efectuada toda no interior da boca. Rapidamente desaparecem porque é-nos fornecido um creme para trata-los e não deixam qualquer marca.
A partir daqui, passamos a ingerir líquidos frios, durante um mês.
Em casa, após a operação, adormecia com a ventoinha directa na cara, punha gelo e dormi sentada durante uma semana e depois dormi alguns dias com almofadas altas. A mim, fez-me alguma confusão projectar água directamente na cara durante o banho, e por isso, punha água com as mãos e ainda tinha o cuidado de fazê-lo com água fria para ajudar a desinchar.
A boca fica com uma amplitude muito reduzida de abertura, trincar é impossível, pois não temos força para o fazer e não vale a pena forçar. A alimentação é toda à base de líquidos e fria.
Sugiro que se alimentem com variedade, carne, legumes, peixe, iogurtes... é possível que sintam fraqueza. Eu sentia alguma fadiga e sonolência porque perdemos peso muito rapidamente e é uma mudança repentina no corpo.
Também temos algumas dificuldades em falar, um pouco imperceptíveis, e custa rir porque as bochechas acompanham o movimento, mas passa!
No interior da boca está tudo inchado e com pontos, portanto, a higiene oral torna-se difícil. Aconselho a bochechar a boca e a comprar uma escova pequena para ir lavando os dentes da frente, e só assim conseguirão "entrar" entre os dentes para lavar por dentro.
Tenho cuidado com as pancadas na cara... primeiro porque nos avisam da fragilidade da estrutura facial e depois porque vai doer... encostar a cara na almofada, na primeira semana, também vai custar um pouco, mas rapidamente encontram uma forma de se acomodarem.
Na cara e no pescoço vão aparecer nódoas negras, que vai desaparecendo, tal como o inchaço. Vão sentir estas partes dormentes...
É possível que a articulação doa um pouco quando fizerem os exercícios da boca. Estes exercícios são simples... abrir e fechar a boca para voltar a abrir como antes. Neste momento ainda não abro a boca na totalidade, mas está quase de volta ao normal.
Ao fim de 3 meses quase me esqueço que fui operada... não tenho dores, não tenho cicatrizes, as gengivas estão quase saradas na totalidade, a sensibilidade voltou, a mordedura é quase normal e o resultado final está à vista.
O que quero dizer por fim é que não vale a pena ter medo. A equipa é espectacular, atenciosos e profissionais. A minha dentista diz que está feito um óptimo trabalho e quando me vejo ao espelho vejo uma dentição corrigida. Portanto, segunda a minha experiência, estar nas mãos deste equipa é estar em boas mãos.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Notícias - Ordem dos Psicologos
Ordem divulga relatório sobre Custo-Efectividade da Intervenção Psicológica
domingo, 9 de outubro de 2011
Relatório de estágio no ISPA
Neste post deixo dicas daquilo que é pedido nos relatórios de estágio no ISPA. Deixo a nota que cada professor tem o seu próprio estilo, e por isso, cada um tem a sua exigñcia quanto ao corpo do relatório.
Mas deixo aqui umas dicas daquilo que é pedidio...
Mas deixo aqui umas dicas daquilo que é pedidio...
Inclui:
- Que tipo de instituição;
- O serviço onde estagiamos;
- Noção do organigrama para percebermos quem somos na instituição, de quem; dependemos, e de quem o nosso orientador depende, a quem prestamos serviço. Onde se situa o psi no organigrama;
- Onde se situa o local de estágio e qual a população a que abrange;
- Qual a faixa etária dos utentes;
- História da instituição;
- Como se dirigem os utentes ao psicólogo (se se dirigem directamente ao psi ou se foram enviados por outra instituição, como a escola ou médico de família).
- Que tipo de psicologia se faz;
- Qual a função do psi;
- Se o psi tem gabinete próprio;
- Se há reuniões de psicologia (com quem, com que frequência, se há orientação de caso, e quem participa (devido ao sigilo – ter cuidado com aquilo que revelamos).
- Exemplo de índice de um relatório de estágio:
- Motivos da escolha do serviço;
- História e caracterização do serviço;
- Papel do psi no serviço;
- Suporte teórico que sustenta a intervenção no serviço
- Apresentação das actividades (estudo de caso, referências a outros acompanhamentos, outras actividades)
- Actividades a desenvolver
- Conclusão
- R. Bibliográficas.
Projecto
Projecto para uma actividade dentro da instituição. Proposta de intervenção que é aplicada. O projecto deve ser incluído no relatório de estágio juntamente com a apresentação dos casos.
Casos
Dois tipos de casos:
- Caso de avaliação;
- Caso de seguimento (psicoterapia de apoio).
Ter cuidado com a identificação dos casos. Não podemos dar qualquer dado que identifique o sujeito. Sem moradas, nomes, profissão (do próprio e de familiares ou próximos).
Os casos vão ser debatidos entre todos, mas não deve sair do contexto da sala de aula.
No final do relatório
Fazer uma auto-crítica que inclua o ponto de vista pessoal, o que gostaríamos que tivesse havido mais.
Incluir uma página com os agradecimentos.
Num relatório
- Intro
- Características da instituição
- Enquadramento teórico de intervenção
- 2 estudos de caso
- Reflexão final
sábado, 24 de setembro de 2011
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