domingo, 18 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Teoria e Clínica Psicanalítica - Perguntas-Tipo
Para facilitar um pouco a coisa deixo um material que deve ser útil.... Perguntas-tipo do exame de Teoria e Clínica Psicanalítica.
- Comparando Freud com Klein, quando aparece o sentimento de culpa e que função tem na dinâmica interna.
- Compare a identificação projectiva com a projecção.
- Diga que papel desempenha o objecto no desenvolvimento do indivíduo na teoria de Fairbairn.
- Diga como se organiza o complexo de édipo e como ele contribui para a estrutura neurótica.
- Refereindo-se ao Caso Dora, descreva a din^mica do sentimento neurótico.
Façam bom proveito!!!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Conhecimento - Um livro com mecanismos de defesa
Uma das coisas que me complicava mais a vida de estudante era não ter um manual que tivesse os mecanismos de defesa. Quando estudamos num modelo dinâmico, esta teoria aparece sempre mas deixa muitas dúvidas.
Por isso, deixo aqui uma sugestão de livro que facilita a percepção dos mecanismos de defesa, fazendo uma descrição dos mesmos.
No livro Diagnóstico Psicanalítico, de Nancy Mc Williams, da Climepsi Editores, na colecção "psicológica", nº21., aparecem os seguintes mecanismos de defesa:
Processos defensivos primários (primitivos):
- Retirada Primitiva
- Negação
- Controlo omnipotente
- Idealização (e desvalorização) Primitiva
- Projecção, Introjecão e Identificação Projectiva
- Clivagem do Ego
- Dissociação
- Recalcamento
- Regressão
- Isolamento
- Intelectualização
- Racionalização
- Moralização
- Compartimentalização
- Anulação
- Virar-se contra o self
- Deslocamento
- Formação Reactiva
- Inversão
- Identificação
- Acting Out
- Sexualiazação (Instintualização)
- Sublimação
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Primeira Entrevista /Consulta com Crianças
Estava a ler o livro "Filhos do Abandono" de Torey Hayden e logo no início do livro ela encontra-se, em contexto de consulta, com uma paciente de 6 anos, e começa a sua intervenção duma forma que, na minha opinião, traduz a forma como o acompanhamento deve começar.
Por vezes assumimos que as crianças não têm conhecimentos ou habilidade para compreender o que se passa. Tendemos a ocultar as coisas simplesmente porque "são crianças... elas não entendem".
Mas explicar o que se passa é fundamental para que se consiga estabelecer a aliança terapêutica e atingir o objectivo do acompanhamento.
Assim, deixo um excerto do livro que me parece claro e limpo sobre a forma como deve começar a jornada.
" - Eu chamo-me Torey. Vamos ver-nos todos os dias para trabalharmos juntas - Expliquei, sentando-me numa cadeira ao lado da dela. - Consegues dizer-me por que é que estás nesta unidade?
Os olhos negros fixaram-se nos meus. Durante um ou dois minutos, perscrutou-se atentamente, como se neles procurasse a resposta. Depois, abanou a cabeça de leve.
- Não, respondeu.
- E a tua mamã? o que te disse? Explicou-te por que é que vinhas para aqui?
-Não me lembro.
- Ah, bom! - Exclamei.
Baixei-me e abri a minha caixa de material escolar. Retirei folhas em branco, bem como uma caixa de cartão mais pequena, e pousei tudo sobre a mesa.
- A maioria das crianças com quem trabalho vêm para este unidade porque têm problemas que as fazem sentir-se mal. Por exemplo, pode haver algum elemento da família muito infeliz e que, por isso, sinta vontade de fazer mal aos outros. Às vezes, essa infelicidade pode dever-se a um divórcio, ou ao desgaste provocado por constantes discussões em casa. Algumas crianças encontram-se cá por outros motivos. Ou porque sofreram um acidente, viveram uma experiência que as amedrontou muito, ou estiveram muito doentes. Há as que foram maltratadas ou que sentiram que não era correcta a forma como alguém as tocou, ou ainda outras a quem obrigaram a guardar segredos, daqueles que fazem mal. E às vezes... há crianças que nem sequer sabem por que é que não estão bem. passam o tempo todo irritadas, nervosas, ou estão constantemente com medo. Estão são algumas das razões porque vêm para esta unidade (...).
(...) - Agora que sabes por que é que algumas crianças vêm para esta unidade - prossegui -, achas que alguma destas razões se aplica ao teu caso?
- Não sei.
- Nesse caso, vou repetir-te algumas coisas que me contaram a teu respeito. Depois me dirás se, na tua opinião, são ou não verdade. Por exemplo, a tua mamã disse-me que, quando tinhas cinco anos, te aconteceu uma coisa que te assustou muito. Contou-me que se divorciou do teu papá e que o juiz decidiu que tu e a tua irmã iriam viver com ela e não voltariam a ver o teu papá. Mas, um dia, ele apareceu na escola e obrigou-te a entrar no carro, embora não tivesse esse direito. Levou-te com ele e não te deixou voltar para casa. Não telefonou à tua mamã para lhe comunicar que estavas sã e salva, nem deixou que tu lhe telefonasses. Ela disse que ficaste longe muito tempo, cerca de dois anos, e que, durante esse periodo que passaste com ele, aconteceram coisas terríveis. É verdade? (...)
(...) - A tua professora informou-me que gostas da escola e és capaz de participar nas aulas com entusiasmo. Diz ainda que és uma menina muito inteligente e, quando queres, trabalhas muito bem.
(...) - mas também acrescentou que, por vezes, tens muitos problemas. Irristas-te e sentes dificuldade em obedecer às regras. Em certas alturas, na escola, enervas-te muito e deixas de falar (...) e frequentemente, não dizes a verdade...
(...) e tu, o que achas? Pensas que é pr esses motivos que tens problemas? (...) gostava de saber o que pensas. Não há respostas boas ou más para as minhas perguntas. Andamos apenas à procura."
"Filhos do Abandono" de Torey Hayden. Capítulo 1, pp. 7-9
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Botox é inimigo da empatia!
Usar botox diminui empatia, diz estudo
DA BBC BRASIL
Pessoas que recebem injeções de botox no rosto podem ter dificuldade de compreender pensamentos e emoções alheias, segundo cientistas americanos.
O estudo, divulgado na publicação científica "Social Psychological and Personality Science", afirma que rugas de expressão, como pés de galinha, linhas na testa e vincos entre as sobrancelhas são essenciais na interpretação das emoções humanas.
Ao paralisar a musculatura do rosto e reduzir estas marcas, o Botox dificultaria o processo de empatia na comunicação entre indivíduos.
| Ricardo Moraes-13.nov.2008/Associated Press |
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| Estudo mostra que usar botox causa perda de empatia; pessoa não distingue emoções e pensamentos alheios |
O Botox, ou toxina botulínica, é um composto produzido por uma bactéria anaeróbia e utilizado em tratamentos estéticos em pequenas doses para suavizar as marcas causadas pelas contrações musculares na face ao longo do tempo.
Ao ser aplicada no rosto, a toxina bloqueia a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor que leva mensagens elétricas do cérebro aos músculos faciais.
Segundo o psicólogo da Universidade do Sul da Califórnia David Neal, um dos responsáveis pela pesquisa, isso acontece porque, normalmente, os seres humanos decifram as emoções alheias imitando involuntariamente as expressões uns dos outros.
"A comunicação humana pode ser muito sutil. Eliminar uma parte da informação ---seja com a comunicação por e-mail e Twitter ou com a paralisia dos músculos da face-- pode ser a diferença entre a comunicação bem-sucedida e o fracasso", afirmou David Neal.
COMPARAÇÃO
A pesquisa, conduzida por Neal e pela psicóloga e neurocientista Tanya Chartrand, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, comparou um grupo de pessoas que fizeram tratamentos estéticos com botox com outro grupo, que utilizou a técnica do preenchimento cutâneo para diminuir as rugas.
O preenchimento cutâneo é feito injetando substâncias químicas sob a pele de rugas e sulcos, em partes selecionadas do rosto. O procedimento, no entanto, não paralisa a musculatura da face.
Os dois grupos de voluntários tiveram que olhar fotos de outras pessoas e relacionar cada imagem com as emoções humanas correspondentes.
Segundo Chartrand, o grupo com botox interpretou as expressões faciais com menor precisão. Já o grupo que fez preenchimento cutâneo teve resultados semelhantes a adultos que não fizeram nenhum tipo de tratamento estético facial.
"As pessoas imitam inconscientemente as expressões faciais das outras, em um processo que envia sinais do rosto para o cérebro. Elas usam esta informação para reproduzir e entender o significado emocional das expressões."
Para a pesquisadora, os pacientes que usam botox não conseguem entender as emoções de outras pessoas porque são incapazes de imitá-las. "Esta inabilidade elimina uma parte crucial da comunicação interpessoal."
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/945075-usar-botox-diminui-empatia-diz-estudo.shtml










